Eu podia ser seu espinho
Ser a pedra no seu caminho
Seu ciúme doentio
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser sua tara
A ferida que nunca sara
Te humilhar, te dar na cara
Mas eu estou falando de amor
Eu estou falando de amor
E não da sua doença
Falando de amor
Eu estou falando de amor
E não do que você pensa
Falando de amor
Eu podia ter o segredo
Pra te transformar num brinquedo
E te deixar morrendo de medo
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser seu escravo
Pra você deixar de quatro
Me fazer de gato e sapato
Mas eu estou falando de amor
Eu estou falando de amor
E não da sua doença
Falando de amor
Eu estou falando de amor
E não do que você pensa
Falando de amor
Eu podia ser um mistério
E viver cercado de estórias
Só te olhar do jeito mais sério
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser a ternura
Sem desejo, beijo, nem sexo
Ser somente a história mais pura
Mas eu estou falando de amor
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A mulher visível.
Era uma vez um casal apaixonado, aqueles romances escondidos cheios de pecado e proibido, isso era o que dava mais emoção a tudo, mas era assim porque tinha um motivo.
Eles eram cumplices em tudo, tinham seus códigos secretos, conversavam muito, sabiam entre eles cada pensamento, medo e insegurança, afinal eles só podiam contar um para o outro. Se divertiam bastante e se entregaram de início a tudo que estavam sentindo.
Ele era maravilhoso, carinhoso, sensível, educado, brincalhão e o que mais a deixava feliz era que ele fazia juras de amor a todo momento, dizia o quanto a amava e que queria que ela fosse a mulher de sua vida. Ela, por sua vez, também tinha suas qualidades, companheira, sorridente, de bem com a vida, ouvinte, deixava tudo de lado para atender seus chamados, estava aprendendo com ele a ser carinhosa e tinha todo o amor do mundo para oferecê-lo.
Passado um tempo não havia mais motivo para aquilo continuar sendo escondido, aos poucos foram conhecendo a família um do outro e os amigos mais íntimos, mas ela queria mais, não entendia porque ele parecia querer esconder de algumas pessoas, quando ela lhe perguntava o motivo, ele sempre vinha com um desculpa que acabava a convecendo, mas que depois voltava em seus pensamentos.
Por estarem convivendo com outras pessoas começaram a estar rodeados o que dificutava algumas vezes falarem de seus sentimentos.
Se viam constantemente, mas ele estava sempre com tantos outros assuntos para falar "extra relacionamento" -trabalho, contas, seus robbys, amigos- que ela acabava deixando de falar coisas que se passavam com ela, como quando ela falava de seus planos de trabalho e cursos e ele ficava calado como se não tivesse opinião nenhuma ou quando ela tentou falar da tristeza que estava sentindo com falecimento de um amigo e ele mudara de assunto, claro que aquilo não importava pra ele, o que ela dizia parecia não importar para ele.
Começaram a conviver com se estivessem acostumando-se com aquilo. Agumas vezes ele parecia nem desejá-la mais, não a abraçava como antes, não a beijava se ela não o procurasse. Se passava algum tempo que ela não dizia que o amava ele de alguma forma mostrava que estava precisando disso, mas mesmo sem ele pedir ela dizia constantemente, não negava a ninguém que era completamente apaixonada por ele.
Enquanto estavam se conhecendo ele sempre falara a ela que dissesse o que estava pensando, o que não estava gostando, e era o que ela tentava fazer, mas sempre começava uma discursão e nos últimos meses ela havia se tornado uma chata que só fazia cobrar, reclamar e discutir. Eles já não se davam tão bem como antes, quase todas as vezes havia um motivo para 'minutos de silêncio' entre eles, o que a deixava terrívelmente agoniada, mas parecia que tudo que ela falava não adiantava de nada, pelo contrário, ela sentia-se terrivelmente boba falando de sua carência.
Ele pedia que ela voltasse a ser como antes. Como? Queria que ela continuasse fazendo o combinado, falando o que não a deixava bem mas que fosse sorridente. Agora me explica, como uma pessoa não está contente com uma situação e pode continuar sorridente e carinhosa?
Talvez fosse melhor ela fazer como antes, "está tudo bem", "não tem problema", guardando tudo caladinha e sendo a mulher maravilhosa, compreensiva, carinhosa, IDEAL...
Mas como ideal só existe na nossa idéia, e se ela conseguisse sobreviver e ser feliz fazendo isso ela realmente seria invisível e não existiria.
Então prefiro que ela continue sendo chata mesmo, quem sabe ela num arruma uma 'Luana Piovani' no seu pensamento e se complete...
Eles eram cumplices em tudo, tinham seus códigos secretos, conversavam muito, sabiam entre eles cada pensamento, medo e insegurança, afinal eles só podiam contar um para o outro. Se divertiam bastante e se entregaram de início a tudo que estavam sentindo.
Ele era maravilhoso, carinhoso, sensível, educado, brincalhão e o que mais a deixava feliz era que ele fazia juras de amor a todo momento, dizia o quanto a amava e que queria que ela fosse a mulher de sua vida. Ela, por sua vez, também tinha suas qualidades, companheira, sorridente, de bem com a vida, ouvinte, deixava tudo de lado para atender seus chamados, estava aprendendo com ele a ser carinhosa e tinha todo o amor do mundo para oferecê-lo.
Passado um tempo não havia mais motivo para aquilo continuar sendo escondido, aos poucos foram conhecendo a família um do outro e os amigos mais íntimos, mas ela queria mais, não entendia porque ele parecia querer esconder de algumas pessoas, quando ela lhe perguntava o motivo, ele sempre vinha com um desculpa que acabava a convecendo, mas que depois voltava em seus pensamentos.
Por estarem convivendo com outras pessoas começaram a estar rodeados o que dificutava algumas vezes falarem de seus sentimentos.
Se viam constantemente, mas ele estava sempre com tantos outros assuntos para falar "extra relacionamento" -trabalho, contas, seus robbys, amigos- que ela acabava deixando de falar coisas que se passavam com ela, como quando ela falava de seus planos de trabalho e cursos e ele ficava calado como se não tivesse opinião nenhuma ou quando ela tentou falar da tristeza que estava sentindo com falecimento de um amigo e ele mudara de assunto, claro que aquilo não importava pra ele, o que ela dizia parecia não importar para ele.
Começaram a conviver com se estivessem acostumando-se com aquilo. Agumas vezes ele parecia nem desejá-la mais, não a abraçava como antes, não a beijava se ela não o procurasse. Se passava algum tempo que ela não dizia que o amava ele de alguma forma mostrava que estava precisando disso, mas mesmo sem ele pedir ela dizia constantemente, não negava a ninguém que era completamente apaixonada por ele.
Enquanto estavam se conhecendo ele sempre falara a ela que dissesse o que estava pensando, o que não estava gostando, e era o que ela tentava fazer, mas sempre começava uma discursão e nos últimos meses ela havia se tornado uma chata que só fazia cobrar, reclamar e discutir. Eles já não se davam tão bem como antes, quase todas as vezes havia um motivo para 'minutos de silêncio' entre eles, o que a deixava terrívelmente agoniada, mas parecia que tudo que ela falava não adiantava de nada, pelo contrário, ela sentia-se terrivelmente boba falando de sua carência.
Ele pedia que ela voltasse a ser como antes. Como? Queria que ela continuasse fazendo o combinado, falando o que não a deixava bem mas que fosse sorridente. Agora me explica, como uma pessoa não está contente com uma situação e pode continuar sorridente e carinhosa?
Talvez fosse melhor ela fazer como antes, "está tudo bem", "não tem problema", guardando tudo caladinha e sendo a mulher maravilhosa, compreensiva, carinhosa, IDEAL...
Mas como ideal só existe na nossa idéia, e se ela conseguisse sobreviver e ser feliz fazendo isso ela realmente seria invisível e não existiria.
Então prefiro que ela continue sendo chata mesmo, quem sabe ela num arruma uma 'Luana Piovani' no seu pensamento e se complete...
terça-feira, 23 de junho de 2009

Estou atônita, pasmada com a notícia que tive agora mais a noite...
Iria fazer quase um ano que eu não o via, mas lembrava dele constantemente em momentos de alegrias, pois era isso que me fazia lembrar dele.
Quando uma amiga em comum veio avisar-me passou um filme em minha cabeça...
Todas as nossas loucuras, aquele vento que batia no meu rosto quando nos aventuravamos de moto, o dia que nos encontramos pela primeira vez na praia, tudo.
Acredito que Deus sabe o que faz.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
"Estou à procura de um livro para ler. É um livro todo especial. Eu o imagino como a um rosto sem traços. Não lhe sei o nome nem o autor. Quem sabe, às vezes penso que estou à procura de um livro que eu mesma escreveria. Não sei. Mas faço tantas fantasias a respeito desse livro desconhecido e já tão profundamente amado. Uma das fantasias é assim. Eu o estaria lendo e de súbito, uma frase lida, com lágrimas nos olhos diria em êxtase de dor e de enfim libertação: Mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!" [ Clarice Lispector ]
Moço, tem vacina contra ignorância?
Hoje pela manhã fui com a Carol na Prefeitura de Caucaia buscar um documento para minha mãe -coisa pública, sácoméné?!-. Chegamos lá e como já era de se esperar todos o guichês estavam ocupados e não tinha niguém nem para dar uma informação, esperamos, um desocupoue quando chegamos perto a atendente (delicada como um elefante) mandou que esperassemos mais que ela ia atender primeiro a mulher da cadeira (que tinha chegado depois de mim), ficamos no pé do balcão para não deixar escapar nenhuma oportunidade, de repente a Carol fala bem alto: "Mulher, olha a atendente daquele balcão JOGANDO PACIÊNCIA..." Eu não me aguentei, comecei a rir beeem alto, uma crise de riso que durou uns 5 minutos, e ela falando indignada que isso era uma absurdo e a mulher nem confiança com a 'paciência' do mundo todo... Eu tentei explicar a Carol que ela precisava mesmo jogar um pouquinho pra desestressar um pouco.
Foi muita comédia. Depois de tanto esperar saimos de lá com o tal papel, e com mais ráiva do 'público'.
Chegando em casa abri uma revista que encontrei no ônibus, comecei a ler pelo final, onde sempre tem aquelas crônicas maravilhosas.
Ruth de Aquino dizia assim:
"Moço, tem vacina contra ignorância?
Tem vacina contra populismo? E contra corrupção? Não, não é gripe suína, o Ministério da Saúde já garantiu que "o Brasil está preparado , os aeroportos estão sendo monitorados e dobrou a fiscalização de quem chega". E todo mundo acreditou, porque aqui só chega marola, não é assim? O vírus cruzará o Atlântico e chegará aqui fraquinho. A epidemia que me preocupa é outra. A da ignorância. Tem injeção contra contaminação? Não quero meus filhos só três horas por dia na escola sem aprender nada. E se eu rezar?"
Foi muita comédia. Depois de tanto esperar saimos de lá com o tal papel, e com mais ráiva do 'público'.
Chegando em casa abri uma revista que encontrei no ônibus, comecei a ler pelo final, onde sempre tem aquelas crônicas maravilhosas.
Ruth de Aquino dizia assim:
"Moço, tem vacina contra ignorância?
Tem vacina contra populismo? E contra corrupção? Não, não é gripe suína, o Ministério da Saúde já garantiu que "o Brasil está preparado , os aeroportos estão sendo monitorados e dobrou a fiscalização de quem chega". E todo mundo acreditou, porque aqui só chega marola, não é assim? O vírus cruzará o Atlântico e chegará aqui fraquinho. A epidemia que me preocupa é outra. A da ignorância. Tem injeção contra contaminação? Não quero meus filhos só três horas por dia na escola sem aprender nada. E se eu rezar?"
segunda-feira, 15 de junho de 2009
A bunda que engraçada
A bunda, que engraçada.
Está sempre sorrindo, nunca é trágica.
Não lhe importa o que vai
pela frente do corpo. A bunda basta-se.
Existe algo mais? Talvez os seios.
Ora – murmura a bunda – esses garotos
ainda lhes falta muito que estudar.
A bunda são duas luas gêmeas
em rotundo meneio. Anda por si
na cadência mimosa, no milagre
de ser duas em uma, plenamente.
A bunda se diverte
por conta própria. E ama.
Na cama agita-se. Montanhas
avolumam-se, descem. Ondas batendo
numa praia infinita.
Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
na carícia de ser e balançar.
Esferas harmoniosas sobre o caos.
A bunda é a bunda,
rebunda.
Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Fazia tempo que não vinha aqui pra dizer coisa boa, pra dizer o quanto sou feliz.
Andava com raiva, ocupando minha cabeça com besteira, mas agora eu não quero mais isso, quero ser feliz, viver cada minutinho só para o que me faz bem.
Sei que possso mais, sei que posso sentir aquela FELICIDADE de novo.
Eu me amo ;)
xau&beijos.
Andava com raiva, ocupando minha cabeça com besteira, mas agora eu não quero mais isso, quero ser feliz, viver cada minutinho só para o que me faz bem.
Sei que possso mais, sei que posso sentir aquela FELICIDADE de novo.
Eu me amo ;)
xau&beijos.
Cuidado, kkkkkk.
Onze expressões usadas pelas mulheres... e seus significados:
1 - "Certo": Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.
2 - "5 minutos": Se ela está se arrumando, significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
3 - "Nada": Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".
4 - "Você que sabe": É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer... e não diga que também não sabe!
5 - Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre "Nada".
6 - "Tudo bem": Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
7 - "Obrigada": Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece").
8 - "Esquece": É uma mulher dizendo "FODA-SE !!"
9 - "Deixa pra lá, EU resolvo": Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
10 - "Precisamos conversar!": Lascou tudo!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
11 - "Sabe, eu estive pensando...": Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse...
1 - "Certo": Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.
2 - "5 minutos": Se ela está se arrumando, significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
3 - "Nada": Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".
4 - "Você que sabe": É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer... e não diga que também não sabe!
5 - Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre "Nada".
6 - "Tudo bem": Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
7 - "Obrigada": Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece").
8 - "Esquece": É uma mulher dizendo "FODA-SE !!"
9 - "Deixa pra lá, EU resolvo": Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
10 - "Precisamos conversar!": Lascou tudo!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
11 - "Sabe, eu estive pensando...": Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O teu amor é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver
Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e eu
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa
Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama
Parece que fugiu de casa
Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia ao menos me contar
Uma história romântica
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa
Que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver
Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e eu
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa
Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama
Parece que fugiu de casa
Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia ao menos me contar
Uma história romântica
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa
domingo, 17 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Maria Rita.

Quando a gente ama
Faz qualquer loucura
Só se pensa em cama
Se perde a censura
A alma desembesta
É Festa! É Festa!
É Festa! É Festa!
Até quando o sol raiar...
Quando a gente gosta
Gosta de anarquia
Anda descomposta
Fica mais vadia
Faz o que não presta
É Festa! É Festa!
É Festa! É Festa!
Até quando o sol raiar...
Ah!
Vale tudo na hora
Da gente amar
E a gente diz coisas
Que nem ia imaginar
Me lambe, me morde
Me arranha, me bate
Ah!Isso não tinha que acabar...
Quando a gente ama
Rir de orelha a orelha
Faz qualquer programa
O que der na telha
Canta até seresta
É Festa! É Festa!
É Festa! É Festa!
Até quando o sol raiar...
Quando a gente gosta
Some do analista
Topa até proposta
De ser naturista
Rir de quem contesta
É Festa! É Festa!
É Festa! É Festa!
Até quando o sol raiar...
Ah!
Vale tudo na hora
Da gente amar
E a gente diz coisas
Que nem ia imaginar
Me lambe, me morde
Me arranha, me bate
Ah!
Ah!
Isso não tinha que acabar...
Quando a gente ama
Anda mais risonha
Vira mulher-dama
Fica sem vergonha
Traz isso na testa
É Festa! É Festa!
É Festa! É Festa!
Até quando o sol raiar...
Quando a gente gosta
Claramente assume
E se alguém encosta
Morre de ciúme
Paga até sugesta
É Festa! É Festa!
É Festa! É Festa!
Até quando o sol raiar
Até quando o sol raiar
Até quando o sol raiar
Até quando o sol raiar
Até quando o sol raiar
Até quando o sol raiar...
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Aniversário SURPRESA de verdade.
Eu sempre adorei organizar aniversário para os outros, mas nunca tinha ganhado uma festa surpresa. O que eu achava tudo de mais moderno..
Esse ano eu tava até ficando meio triste porque achava que não teria nem meus amigos por perto, pois com o termino do Terceiro ano cada um foi seguindo sua vida, faculdade, trabalho, novos amigos, etc. E o que eu mais queria era TODOS pertinho de mim!

Fui pega completamente de surpresa, eles já sabiam que por eu ser um pouquinho displicente nem ia notar mesmo. A idéia foi a Ló e da Ainara que trabalharam muito eu imagino.
Obrigada. Eu amo mesmo vocês!
Esse ano eu tava até ficando meio triste porque achava que não teria nem meus amigos por perto, pois com o termino do Terceiro ano cada um foi seguindo sua vida, faculdade, trabalho, novos amigos, etc. E o que eu mais queria era TODOS pertinho de mim!
Fui pega completamente de surpresa, eles já sabiam que por eu ser um pouquinho displicente nem ia notar mesmo. A idéia foi a Ló e da Ainara que trabalharam muito eu imagino.
Meu amor foi me buscar no curso e me levou até lá.
Eu fiquei MUITO FELIZ, por sentir que os tenho!
Obrigada. Eu amo mesmo vocês!
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