Esatava a perguntar-me, cá com meus botões, qual seria a melhor fase da vida.
Quando eu era criança não via a hora de chegar a adolescência para poder entrar em casa mais tarde, poder sair com minhas amigas, etc. Quando essa fase chegou eu queria logo começar a faculdade, conhecer novas coisas. Quando essa fase chegou eu quis começar a trabalhar, me tornar independente para logo construir minha família. Agora que ainda nem consegui tudo que queria já sinto falta de quando era criança, de quando não tinha nada pra se preocupar, tinha tempo de estudar, e fico pensando nos conselhos que me deram, que eu não tivesse pressa e eu achava a maior bobagem...
sábado, 10 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Rotina
O som do despertador longe, quase que no sonho, vai começando fazê-la despertar. Apesar de muito cansada vai levantando para colocar as coisas em ordem antes de sair para o trabalho. Pega o ônibus lotado e apoia a cabeça no braço pra dar um pequeno "cochilo". Salta do ônibus, caminha até o local de destino, inicia o sistema, telefone começa a tocar antes do expediente começar, pode ser cliente, assim como pode ser o chefe querendo alguma coisa, atende, pedidos de informações e mais informações que ela ainda não foi capaz de armazenar, pergunta a supervisora, responde ao telefonema. Abre envio de proposta, contratos recusados, liga pra cliente para informar e solicitar o que ficou pendente:
-Bom dia, gostaria de falar com Dona Maria. Dona Maria é do banco, a senhora pediu um emprestimo...
-Ah minha filha, cadê, o dinheiro saiu? Tô tãão aperreada, precisano disso pra onti.
-A senhora precisa me trazer um historico de consignação que a senhora tem que pega no INSS.
-Muié, eu num posso sair de casa não, que eu fiz uma cirurgia, tô com pobrema de pressão alta, dor nas costa, ainda tenho que comprar os remedio do meu menino que é deficiente...
-Eu sei Dona Maria, mas a senhora só pode fazer se me trouxer esse papel.
-Tá bom minha filha, vou ver.
Passou do horario do almoço, já de tarde, vai ao refeitorio para engolir correndo e voltar pra não perder nada.
Fica só escutando as conversas das pessoas que não tem preocupação nenhuma na vida:
-Kelly, querida, onde foi que você fez o clareamento dentario a laser?
-Ah, mulher, fiz ano passado, ja faz muito tempo, já vou fazer de novo, passa na minha sala que eu te dou o cartão de lá.
Desce correndo para voltar a rotina.
Termina expediente, corre para ônibus de novo, aula, cochilo na aula, desespero de matéria não esclarecida, cochilo intervalo, aula, aula, aula.. Hora de dormir. Nããão, hora de ler texto, texto, texto... Acorda em cima de tudo e tudo começa novamente!
-Bom dia, gostaria de falar com Dona Maria. Dona Maria é do banco, a senhora pediu um emprestimo...
-Ah minha filha, cadê, o dinheiro saiu? Tô tãão aperreada, precisano disso pra onti.
-A senhora precisa me trazer um historico de consignação que a senhora tem que pega no INSS.
-Muié, eu num posso sair de casa não, que eu fiz uma cirurgia, tô com pobrema de pressão alta, dor nas costa, ainda tenho que comprar os remedio do meu menino que é deficiente...
-Eu sei Dona Maria, mas a senhora só pode fazer se me trouxer esse papel.
-Tá bom minha filha, vou ver.
Passou do horario do almoço, já de tarde, vai ao refeitorio para engolir correndo e voltar pra não perder nada.
Fica só escutando as conversas das pessoas que não tem preocupação nenhuma na vida:
-Kelly, querida, onde foi que você fez o clareamento dentario a laser?
-Ah, mulher, fiz ano passado, ja faz muito tempo, já vou fazer de novo, passa na minha sala que eu te dou o cartão de lá.
Desce correndo para voltar a rotina.
Termina expediente, corre para ônibus de novo, aula, cochilo na aula, desespero de matéria não esclarecida, cochilo intervalo, aula, aula, aula.. Hora de dormir. Nããão, hora de ler texto, texto, texto... Acorda em cima de tudo e tudo começa novamente!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Vida...

Tantas coisas para dizer, porém pouco tempo...
É incrível como nossa vida pode tomar rumos diferentes de um dia para o outro.
Seja pelo caminho que você vai ao trabalho, seja pela opção de ir à cozinha tomar água ou esperar alguns minutos um novo cliente, seja por um carinho a mais dado no relacionamento.
Algumas pessoas acham que viver a vida intensamente é fazer tudo que vinher a cabeça sem pensar nas consequencias, pois eu acredito que viver assim é saber aproveitar cada brecha, por menor que seja, e fazer dela uma porta para uma grande estrada.
Saber ser diferente é o que nos permite a oportunidade de chegar além de onde já estamos.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Você acredita?

Fortaleza já está certa de ser Sede da copa de 2014 e ainda não vejo nada sendo feito para melhorar drasticamente a estrutura da cidade.
Tem buraco em tudo que é canto, o engarrafamento que faz qualquer pessoa perder a paciência e o compromisso, a prostituição rola solta nas calçadas em toda cidade e em qualquer horario do dia, alguns atendimentos são de envergonhar qualquer fortalezense...
Os hospitais estão amontoados de gente, e estes não têm capacidade de atender nem quando a demanda é 'normal' quanto mais com essa ameaça de gripe suína.
Você acredita que isso vai ficar impecável como tem estar até o prazo?
Só vendo mesmo pra eu crer!
Tem buraco em tudo que é canto, o engarrafamento que faz qualquer pessoa perder a paciência e o compromisso, a prostituição rola solta nas calçadas em toda cidade e em qualquer horario do dia, alguns atendimentos são de envergonhar qualquer fortalezense...
Os hospitais estão amontoados de gente, e estes não têm capacidade de atender nem quando a demanda é 'normal' quanto mais com essa ameaça de gripe suína.
Você acredita que isso vai ficar impecável como tem estar até o prazo?
Só vendo mesmo pra eu crer!
domingo, 26 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Eu creio em mim mesmo. Creio nos que trabalham comigo, creio nos meus amigos e creio na minha família. Creio que Deus me emprestará tudo que necessito para triunfar, contanto que eu me esforce para alcançar com meios lícitos e honestos. Creio nas orações e pedirei a devida orientação a fim de ser paciente com os outros e tolerante com os que não acreditam no que eu acredito. Creio que o triunfo é resultado de esforço inteligente, que não depende da sorte, da magia, de amigos, companheiros duvidosos ou de meu chefe. Creio que tirarei da vida exatamente o que nela colocar. Serei cauteloso quando tratar os outros, como quero que eles sejam comigo. Não caluniarei aqueles que não gosto. Não diminuirei meu trabalho por ver que os outros o fazem. Prestarei o melhor serviço de que sou capaz, porque jurei a mim mesmo triunfar na vida, e sei que o triunfo é sempre resultado do esforço consciente e eficaz. Finalmente, perdoarei os que me ofendem, porque compreendo que às vezes ofendo os outros e necessito de perdão."
Mahatma Gandhi
domingo, 19 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Luz dos olhos- Cássia Eller
Ponho os meus olhos em você
Se você está
Dona dos meus olhos é você
Avião no ar
Um dia pra esses olhos sem te ver
É como chão no mar
Liga o rádio à pilha, a TV
Só pra você escutar
A nova música que eu fiz agora
Lá fora a rua vazia chora...
Pois meus olhos vidram ao te ver
São dois fãs, um par
Pus nos olhos vidros prá poder
Melhor te enxergar
Luz dos olhos para anoitecer
É só você se afastar
Pinta os lábios para escrever
A sua boca em minha...
Que a nossa música eu fiz agora
Lá fora a lua irradia a glória
E eu te chamo, eu te peço: Vem!
Diga que você me quer
Porque eu te quero também!
Faço as pazes lembrando
Passo as tardes tentando
Lhe telefonar
Cartazes te procurando
Aeronaves seguem pousando
Sem você desembarcar
Pra eu te dar a mão nessa hora
Levar as malas pro fusca lá fora...
E eu vou guiando
Eu te espero, vem...
Siga onde vão meus pés
Que eu te sigo também.
Porque eu te amo!
E eu berro: Vem!
Grita que você me quer
Porque eu te quero também
!Hei! Hei!...
*(E eu gosto dela
E ela gosta de mim
Eu penso nela
Será que isso não vai ter fim?)
Se você está
Dona dos meus olhos é você
Avião no ar
Um dia pra esses olhos sem te ver
É como chão no mar
Liga o rádio à pilha, a TV
Só pra você escutar
A nova música que eu fiz agora
Lá fora a rua vazia chora...
Pois meus olhos vidram ao te ver
São dois fãs, um par
Pus nos olhos vidros prá poder
Melhor te enxergar
Luz dos olhos para anoitecer
É só você se afastar
Pinta os lábios para escrever
A sua boca em minha...
Que a nossa música eu fiz agora
Lá fora a lua irradia a glória
E eu te chamo, eu te peço: Vem!
Diga que você me quer
Porque eu te quero também!
Faço as pazes lembrando
Passo as tardes tentando
Lhe telefonar
Cartazes te procurando
Aeronaves seguem pousando
Sem você desembarcar
Pra eu te dar a mão nessa hora
Levar as malas pro fusca lá fora...
E eu vou guiando
Eu te espero, vem...
Siga onde vão meus pés
Que eu te sigo também.
Porque eu te amo!
E eu berro: Vem!
Grita que você me quer
Porque eu te quero também
!Hei! Hei!...
*(E eu gosto dela
E ela gosta de mim
Eu penso nela
Será que isso não vai ter fim?)
segunda-feira, 29 de junho de 2009
FALANDO DE AMOR (Leoni)
Eu podia ser seu espinho
Ser a pedra no seu caminho
Seu ciúme doentio
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser sua tara
A ferida que nunca sara
Te humilhar, te dar na cara
Mas eu estou falando de amor
Eu estou falando de amor
E não da sua doença
Falando de amor
Eu estou falando de amor
E não do que você pensa
Falando de amor
Eu podia ter o segredo
Pra te transformar num brinquedo
E te deixar morrendo de medo
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser seu escravo
Pra você deixar de quatro
Me fazer de gato e sapato
Mas eu estou falando de amor
Eu estou falando de amor
E não da sua doença
Falando de amor
Eu estou falando de amor
E não do que você pensa
Falando de amor
Eu podia ser um mistério
E viver cercado de estórias
Só te olhar do jeito mais sério
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser a ternura
Sem desejo, beijo, nem sexo
Ser somente a história mais pura
Mas eu estou falando de amor
Ser a pedra no seu caminho
Seu ciúme doentio
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser sua tara
A ferida que nunca sara
Te humilhar, te dar na cara
Mas eu estou falando de amor
Eu estou falando de amor
E não da sua doença
Falando de amor
Eu estou falando de amor
E não do que você pensa
Falando de amor
Eu podia ter o segredo
Pra te transformar num brinquedo
E te deixar morrendo de medo
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser seu escravo
Pra você deixar de quatro
Me fazer de gato e sapato
Mas eu estou falando de amor
Eu estou falando de amor
E não da sua doença
Falando de amor
Eu estou falando de amor
E não do que você pensa
Falando de amor
Eu podia ser um mistério
E viver cercado de estórias
Só te olhar do jeito mais sério
Mas eu estou falando de amor
Eu podia ser a ternura
Sem desejo, beijo, nem sexo
Ser somente a história mais pura
Mas eu estou falando de amor
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A mulher visível.
Era uma vez um casal apaixonado, aqueles romances escondidos cheios de pecado e proibido, isso era o que dava mais emoção a tudo, mas era assim porque tinha um motivo.
Eles eram cumplices em tudo, tinham seus códigos secretos, conversavam muito, sabiam entre eles cada pensamento, medo e insegurança, afinal eles só podiam contar um para o outro. Se divertiam bastante e se entregaram de início a tudo que estavam sentindo.
Ele era maravilhoso, carinhoso, sensível, educado, brincalhão e o que mais a deixava feliz era que ele fazia juras de amor a todo momento, dizia o quanto a amava e que queria que ela fosse a mulher de sua vida. Ela, por sua vez, também tinha suas qualidades, companheira, sorridente, de bem com a vida, ouvinte, deixava tudo de lado para atender seus chamados, estava aprendendo com ele a ser carinhosa e tinha todo o amor do mundo para oferecê-lo.
Passado um tempo não havia mais motivo para aquilo continuar sendo escondido, aos poucos foram conhecendo a família um do outro e os amigos mais íntimos, mas ela queria mais, não entendia porque ele parecia querer esconder de algumas pessoas, quando ela lhe perguntava o motivo, ele sempre vinha com um desculpa que acabava a convecendo, mas que depois voltava em seus pensamentos.
Por estarem convivendo com outras pessoas começaram a estar rodeados o que dificutava algumas vezes falarem de seus sentimentos.
Se viam constantemente, mas ele estava sempre com tantos outros assuntos para falar "extra relacionamento" -trabalho, contas, seus robbys, amigos- que ela acabava deixando de falar coisas que se passavam com ela, como quando ela falava de seus planos de trabalho e cursos e ele ficava calado como se não tivesse opinião nenhuma ou quando ela tentou falar da tristeza que estava sentindo com falecimento de um amigo e ele mudara de assunto, claro que aquilo não importava pra ele, o que ela dizia parecia não importar para ele.
Começaram a conviver com se estivessem acostumando-se com aquilo. Agumas vezes ele parecia nem desejá-la mais, não a abraçava como antes, não a beijava se ela não o procurasse. Se passava algum tempo que ela não dizia que o amava ele de alguma forma mostrava que estava precisando disso, mas mesmo sem ele pedir ela dizia constantemente, não negava a ninguém que era completamente apaixonada por ele.
Enquanto estavam se conhecendo ele sempre falara a ela que dissesse o que estava pensando, o que não estava gostando, e era o que ela tentava fazer, mas sempre começava uma discursão e nos últimos meses ela havia se tornado uma chata que só fazia cobrar, reclamar e discutir. Eles já não se davam tão bem como antes, quase todas as vezes havia um motivo para 'minutos de silêncio' entre eles, o que a deixava terrívelmente agoniada, mas parecia que tudo que ela falava não adiantava de nada, pelo contrário, ela sentia-se terrivelmente boba falando de sua carência.
Ele pedia que ela voltasse a ser como antes. Como? Queria que ela continuasse fazendo o combinado, falando o que não a deixava bem mas que fosse sorridente. Agora me explica, como uma pessoa não está contente com uma situação e pode continuar sorridente e carinhosa?
Talvez fosse melhor ela fazer como antes, "está tudo bem", "não tem problema", guardando tudo caladinha e sendo a mulher maravilhosa, compreensiva, carinhosa, IDEAL...
Mas como ideal só existe na nossa idéia, e se ela conseguisse sobreviver e ser feliz fazendo isso ela realmente seria invisível e não existiria.
Então prefiro que ela continue sendo chata mesmo, quem sabe ela num arruma uma 'Luana Piovani' no seu pensamento e se complete...
Eles eram cumplices em tudo, tinham seus códigos secretos, conversavam muito, sabiam entre eles cada pensamento, medo e insegurança, afinal eles só podiam contar um para o outro. Se divertiam bastante e se entregaram de início a tudo que estavam sentindo.
Ele era maravilhoso, carinhoso, sensível, educado, brincalhão e o que mais a deixava feliz era que ele fazia juras de amor a todo momento, dizia o quanto a amava e que queria que ela fosse a mulher de sua vida. Ela, por sua vez, também tinha suas qualidades, companheira, sorridente, de bem com a vida, ouvinte, deixava tudo de lado para atender seus chamados, estava aprendendo com ele a ser carinhosa e tinha todo o amor do mundo para oferecê-lo.
Passado um tempo não havia mais motivo para aquilo continuar sendo escondido, aos poucos foram conhecendo a família um do outro e os amigos mais íntimos, mas ela queria mais, não entendia porque ele parecia querer esconder de algumas pessoas, quando ela lhe perguntava o motivo, ele sempre vinha com um desculpa que acabava a convecendo, mas que depois voltava em seus pensamentos.
Por estarem convivendo com outras pessoas começaram a estar rodeados o que dificutava algumas vezes falarem de seus sentimentos.
Se viam constantemente, mas ele estava sempre com tantos outros assuntos para falar "extra relacionamento" -trabalho, contas, seus robbys, amigos- que ela acabava deixando de falar coisas que se passavam com ela, como quando ela falava de seus planos de trabalho e cursos e ele ficava calado como se não tivesse opinião nenhuma ou quando ela tentou falar da tristeza que estava sentindo com falecimento de um amigo e ele mudara de assunto, claro que aquilo não importava pra ele, o que ela dizia parecia não importar para ele.
Começaram a conviver com se estivessem acostumando-se com aquilo. Agumas vezes ele parecia nem desejá-la mais, não a abraçava como antes, não a beijava se ela não o procurasse. Se passava algum tempo que ela não dizia que o amava ele de alguma forma mostrava que estava precisando disso, mas mesmo sem ele pedir ela dizia constantemente, não negava a ninguém que era completamente apaixonada por ele.
Enquanto estavam se conhecendo ele sempre falara a ela que dissesse o que estava pensando, o que não estava gostando, e era o que ela tentava fazer, mas sempre começava uma discursão e nos últimos meses ela havia se tornado uma chata que só fazia cobrar, reclamar e discutir. Eles já não se davam tão bem como antes, quase todas as vezes havia um motivo para 'minutos de silêncio' entre eles, o que a deixava terrívelmente agoniada, mas parecia que tudo que ela falava não adiantava de nada, pelo contrário, ela sentia-se terrivelmente boba falando de sua carência.
Ele pedia que ela voltasse a ser como antes. Como? Queria que ela continuasse fazendo o combinado, falando o que não a deixava bem mas que fosse sorridente. Agora me explica, como uma pessoa não está contente com uma situação e pode continuar sorridente e carinhosa?
Talvez fosse melhor ela fazer como antes, "está tudo bem", "não tem problema", guardando tudo caladinha e sendo a mulher maravilhosa, compreensiva, carinhosa, IDEAL...
Mas como ideal só existe na nossa idéia, e se ela conseguisse sobreviver e ser feliz fazendo isso ela realmente seria invisível e não existiria.
Então prefiro que ela continue sendo chata mesmo, quem sabe ela num arruma uma 'Luana Piovani' no seu pensamento e se complete...
terça-feira, 23 de junho de 2009

Estou atônita, pasmada com a notícia que tive agora mais a noite...
Iria fazer quase um ano que eu não o via, mas lembrava dele constantemente em momentos de alegrias, pois era isso que me fazia lembrar dele.
Quando uma amiga em comum veio avisar-me passou um filme em minha cabeça...
Todas as nossas loucuras, aquele vento que batia no meu rosto quando nos aventuravamos de moto, o dia que nos encontramos pela primeira vez na praia, tudo.
Acredito que Deus sabe o que faz.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
"Estou à procura de um livro para ler. É um livro todo especial. Eu o imagino como a um rosto sem traços. Não lhe sei o nome nem o autor. Quem sabe, às vezes penso que estou à procura de um livro que eu mesma escreveria. Não sei. Mas faço tantas fantasias a respeito desse livro desconhecido e já tão profundamente amado. Uma das fantasias é assim. Eu o estaria lendo e de súbito, uma frase lida, com lágrimas nos olhos diria em êxtase de dor e de enfim libertação: Mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!" [ Clarice Lispector ]
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